sábado, 28 de março de 2009

Professor

Não adianta o burocrata,
o administrador, o empresário,
discutir a Reforma Educacional
se não entendem nada de Educação.
Quem mais entende de Educação
é quem pisa no chão da escola,
na sala de aula.
É quem lida com alunos reais
dia-a-dia olhando nos olhos de cada um.
Quem mais entende de Educação
é aquele que veste o “guarda-pó”,
carrega apagador e giz.
Quem mais entende de Educação
é o PROFESSOR.




(Volpone de Souza, O Quadro Negro da Educação: a escola de que se fala e a escola de que se sofre, ABR Editora)






Coronelismo eletrônico

Antigamente a sociedade
reivindicava mais porque
“gastava” mais.
Hoje, quem é carente,
aluno carente, menor carente,
recebe bolsa escola,
bolsa família, bolsa etc...
Portanto, não tem o que
reivindicar, pois
recebem cadernos, lápis,
caneta, livros, uniformes.
Acabam perdendo
a noção de conquista
e dignidade.
Chega-se ao comodismo
do clientelismo do Estado
que controla tudo
mantendo o povo miserável
e ignorante.
Hoje a sociedade é
monitorada por câmeras,
a população é assistida pelo
Estado e dominada pela
própria ignorância.
Na era da Globalização
e da informática o
“coroné” evoluiu e
se modernizou.
A sociedade é vigiada
pelo coronelismo eletrônico.




(Volpone de Souza, O Quadro Negro da Educação: a escola de que se fala e a escola de que se sofre, ABR Editora, 2009)