Muitos alunos fazem apenas a refeição que a escola oferece, no caso de escolas de ensino fundamental onde as prefeituras ou o Estado mantém a merenda. Alguns alunos levam a comida que sobra da merenda para casa, para que os pais e os irmãos – geralmente são muitos irmãos - também possam se alimentar.
A escola não deveria substituir a Assistência Social, mas diante de uma situação como essa, não pode deixar de sensibilizar-se e ajudar as famílias dos alunos carentes.
O Estado tem obrigação de dar mais condições à população para que esta possa se alimentar melhor sem necessitar de “esmolas” através da política do “Pão e Circo”.
Apesar de existirem os “auxílios” do Estado à população carente, não é suficiente nem digna a forma de assistência utilizada pelo governo para atender as pessoas mais necessitadas.
(Volpone de Souza, O Quadro Negro da Educação: a escola de que se fala e a escola de que se sofre, ABR, 2009)


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