Na escola de que falamos o aluno não cola, mas na escola de que sofremos muitos alunos colam. Nem todos os educandos trapaceiam, mas boa parte prefere o risco de ser punido por estar colando do que ficar com nota baixa por não colar, afinal, para o aluno que cola e trapaceia, os fins justificam os meios.
Esta crença está presente entre muitos alunos do ensino fundamental ao ensino superior. Quantos estudantes já tentaram colar numa avaliação. Muitos conseguiram, outros foram interceptados pelo professor que tem de ter muitos olhos em dia de “prova”. Mas quem nunca tentou colar que atire a primeira cola.
Alguns professores confessaram que colaram em concurso público. Não podemos generalizar, pois alguns não são todos nem a maioria, mas é muita falta de caráter e contraditório ao que pregam na sala de aula. Como exigir que um aluno não cole?
Muitas vezes professores não querem ler ou escrever, então como cobrar dos alunos leitura e escrita?
Esta crença está presente entre muitos alunos do ensino fundamental ao ensino superior. Quantos estudantes já tentaram colar numa avaliação. Muitos conseguiram, outros foram interceptados pelo professor que tem de ter muitos olhos em dia de “prova”. Mas quem nunca tentou colar que atire a primeira cola.
Alguns professores confessaram que colaram em concurso público. Não podemos generalizar, pois alguns não são todos nem a maioria, mas é muita falta de caráter e contraditório ao que pregam na sala de aula. Como exigir que um aluno não cole?
Muitas vezes professores não querem ler ou escrever, então como cobrar dos alunos leitura e escrita?
(Volpone de Souza, O Quadro Negro da Educação, ABR, 2009)


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