A escola dos sonhos não pode ser transformada em escola dos pesadelos como vem acontecendo. Há momentos que tudo parece um sonho, um conto de fadas. Quando iniciamos a carreira de professor ou educador, tudo é tão fascinante. Logo que saímos da “universidade”, estamos cheio de esperanças, ideologias, sonhos, utopias, vontade de lecionar. É tudo tão lindo, maravilhoso, o primeiro salário anima ainda mais, reforçando a vontade de realizar mais e realizar-se como professor.
Depois vem o momento da decepção, das desilusões, do arrependimento. O sonho virou pesadelo. O professor já está desgastado, cansado, revoltado. Mas nem tudo está perdido. Há altas e baixas na Educação, uma oscilação radical de um extremo a outro. Logo chegará a fase melhor, com a ajuda do professor, peça fundamental para a melhoria da Educação.
Escolas boas e ruins existem em todos os lugares do mundo. No Brasil nem todas as escolas são ruins, apenas algumas poucas são péssimas. O que está ruim no Brasil é a situação sócio-econômica, a grande desigualdade social que provocam o desinteresse da população pela educação e a descrença num futuro melhor. Esse problema reflete na escola, nas salas de aula, principalmente de escolas estatais (estaduais e municipais). A escola neste caso funciona como esgoto da política nacional. Tudo que é decidido no Congresso Nacional, na Assembléia Legislativa e nas Câmaras Municipais, afeta o cotidiano do povo e “deságua” na escola.
Depois vem o momento da decepção, das desilusões, do arrependimento. O sonho virou pesadelo. O professor já está desgastado, cansado, revoltado. Mas nem tudo está perdido. Há altas e baixas na Educação, uma oscilação radical de um extremo a outro. Logo chegará a fase melhor, com a ajuda do professor, peça fundamental para a melhoria da Educação.
Escolas boas e ruins existem em todos os lugares do mundo. No Brasil nem todas as escolas são ruins, apenas algumas poucas são péssimas. O que está ruim no Brasil é a situação sócio-econômica, a grande desigualdade social que provocam o desinteresse da população pela educação e a descrença num futuro melhor. Esse problema reflete na escola, nas salas de aula, principalmente de escolas estatais (estaduais e municipais). A escola neste caso funciona como esgoto da política nacional. Tudo que é decidido no Congresso Nacional, na Assembléia Legislativa e nas Câmaras Municipais, afeta o cotidiano do povo e “deságua” na escola.


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